Subcomissão permanente de Proteção Civil acompanha risco de incêndios florestais durante o período mais crítico

À semelhança dos anos transatos, a Comissão Municipal de Proteção Civil, presidida pela Presidente da Câmara Municipal de Portimão, Isilda Gomes, reuniu-se ordinariamente na passada sexta-feira, 30 de junho, e aprovou, por unanimidade, a constituição de uma Subcomissão Permanente para avaliar e acompanhar o risco de incêndio florestal.

Esta subcomissão, que será coordenada pelo Comandante Operacional Municipal (COM), Richard Marques, integra um representante de cada uma das entidades que concorrem para a Defesa da Floresta Contra Incêndios no concelho de Portimão, nomeadamente do Serviço Municipal de Proteção Civil, do Gabinete Técnico Florestal, do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, das três Juntas de Freguesia, do Corpo de Bombeiros de Portimão, da GNR, da PSP, da Cruz Vermelha, da Policia Judiciária, dos Escutas e da ASPAFLOBAL - Associação dos Produtores Florestais do Barlavento Algarvio.

Durante toda a fase de perigo Charlie do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF), que teve início no passado dia 1 de julho, e término a 30 de setembro, este fórum de coordenação institucional analisará quinzenalmente a quinzena anterior e, com base na avaliação do risco, promoverá um planeamento integrado de eventuais medidas de antecipação para a quinzena seguinte, cumprindo igualmente o previsto no Plano Operacional Municipal que foi apresentado na Mexilhoeira Grande no passado dia 30 de maio.

Sempre que o nível do Estado de Alerta Especial do Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro para o DECIF seja elevado, a frequência destes briefings aumentará, podendo chegar a estar em permanência sempre que a situação o exija, com o objetivo de assegurar a efetiva gestão da participação de cada uma das forças nas ações de prevenção e combate a incêndios florestais no patamar municipal.

Com esta medida o município de Portimão pretende promover uma efetiva coordenação institucional com base no princípio de comando único municipal, concretizando uma monitorização permanente da situação e antecipando, face à avaliação do risco, medidas operacionais adequadas.