A exposição dos trabalhos premiados da 19ª Corrida Fotográfica de Portimão, maior maratona fotográfica a sul do Tejo – bem como a entrega dos prémios aos vencedores, está marcada para sábado, dia 7 de dezembro, às 17h00, no Museu de Portimão.

Neste mesmo dia, inaugura a Exposição de escultura e pintura “Estuários” de Arlindo Arez. Ambas as exposições estão integradas no Programa Oficial do 95ª Aniversário da elevação de Portimão a cidade.
A 19ª Corrida Fotográfica de Portimão, contou este ano para além da corrida diurna de 12 horas com uma edição especial noturna e diurna durante 24 horas, na qual se inscreveram 83 amantes da fotografia, não apenas do Algarve, mas de vários pontos do País e de diversas nacionalidades designadamente do Brasil.

No decorrer da prova, os participantes tiveram oportunidade de registar, através da sua criatividade fotográfica, um renovado olhar sobre o património cultural e natural municipal, atividades, vivências e pormenores de Portimão, numa ambiência e luminosidade diurna e noturna.

Os principais vencedores, a quem serão entregues os prémios imediatamente antes da abertura da exposição, foram Francisco Martins (1º prémio), Alfredo Gomes (2º) Josué Marques (3º) e Luís Conceição (4º). A vencedora do Prémio Jovem foi Daniela dos Reis.

Além das imagens vencedoras, a mostra integrará igualmente as catorze melhores fotos de cada um dos oito temas diurnos e dos seis noturnos e um prémio especial do Júri atribuído a Joana Pires.

A exposição pode ser visitada até ao dia 12 de abril de 2020, no seguinte horário: terça-feira das 14h30 às 18h00 e de quarta-feira a domingo das 10h00 às 18h00.

Esta iniciativa contou com o apoio da ETIC Algarve, Sul Informação, Musubmar/Ocean Revival, CLCC, Ana-Ana, Restinga e GAMP-Grupo de Amigos do Museu de Portimão.

Também a 7 de dezembro, terá lugar na Sala de Exposições Temporárias do Piso 1, do Museu de Portimão, a exposição ESTUÁRIOS de Arlindo Arez, na qual este artista, nosso conterrâneo e contemporâneo, nos dará a conhecer os seus mais recentes trabalhos.

Os tons azuis, presentes na maioria das pinturas, sob uma técnica de escorrimentos, remetem para o imaginário aquático de um estuário, em diálogo com elementos geométricos mais rígidos e de cores mais escuras simbolizando mapas, ilhas ou eventuais pontões.  

A exposição é distribuída em por três espaços, cada um deles composto por uma seleção de obras formalmente semelhantes, quer relativamente a técnicas, meios ou temas, pontuada por uma escultura que pretende sintetizar as pinturas apresentadas num objeto tridimensional, com um carácter quase de relíquia ou de artefacto, pertencente a um tempo indefinido e ao espaço de um imaginário estuário entre o rio e o mar.

Esta exposição é uma produção da Associação Cultural Cuneo Sularte com o apoio institucional da Câmara Municipal de Portimão.

 

 

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