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Portimão recebe a palestra “O grande vórtice da desinformação” por Inês Cardoso, na Biblioteca Municipal

26-05-26

 A jornalista Inês Cardoso é a palestrante de “O Grande Vórtice da Desinformação”, comunicação que será apresentada no próximo dia 29 de maio, pelas 21h00, na Biblioteca Municipal de Portimão. 

Inês Cardoso, jornalista desde 1998, vai apresentar uma palestra sobre desinformação, uma palavra que está cada vez mais presente no nosso quotidiano, com o digital a tornar particularmente desafiante a escolha de fontes credíveis.

O advento da Inteligência Artificial e a familiaridade dos nativos digitais com novas ferramentas, torna particularmente importante a reflexão sobre os riscos das “fake news” e a forma como podem prejudicar a nossa leitura do mundo.

“Não será a informação, em si mesma, fator crítico para a saúde e vitalidade da nossa democracia?”

Este é o ponto de partida da conversa com Inês Cardoso, atualmente diretora-geral do “JN”, “TSF” e “O Jogo”, que irá refletir sobre os caminhos da mediação e sobre o papel que todos podemos ter para não sermos engolidos pelo grande vórtice das redes sociais.

Esta palestra realiza-se no contexto do convite do Rotary Club de Portimão à jornalista, contando com o apoio do Município de Portimão, através da Biblioteca Municipal Manuel Teixeira Gomes.

Sobre a palestrante

Natural de Proença-a-Nova e jornalista desde 1998, ano em que se estreou no “Jornal de Notícias”, Inês Cardoso integrou em 2009 a equipa fundadora do jornal “i”.

Regressou ao “JN” em 2014, como subdiretora, e dirigiu o jornal sedeado no Porto entre 2020 e 2024. É atualmente diretora-geral editorial do “Notícias Ilimitadas”, grupo que detém o “JN”, a “TSF” e “O Jogo”, entre outros títulos.  Comenta atualidade na RTP e na TSF. Licenciada em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, concluiu em 2022, na mesma faculdade, o mestrado na área de Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias, com a tese subordinada ao tema “A Biopolítica na Era da Técnica”.

Diverge para mundos imaginários em livros infantis, o último dos quais “As mãos da avó”, com edição da Kalandraka e publicação simultânea em Espanha, em galego e castelhano.